
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
[off dança] RIR PARA NÃO CHORAR

quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Eu Não Pago Para Dançar!!!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Peraí Que Eu Já Volto!!!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009
E o que a Yoga tem com isso???
Para quem dança Tribal Fusion é essencial. Para a Dança do Ventre tradicional, um aliada perfeita. E para estas, o texto pode parecer meio sem sentido, já que isso é tão óbvio. Mas não somente bailarinas lêem meu blog. E, acreditem! Ainda aparece gente que me faz esta pergunta...
Desde que iniciei minha carreira, inseri posições de yoga no aquecimento e com o tempo fui percebendo a importância e diferença que a prática pode conceder à nossa dança e à nossa vida. Creio que o principal seja o lado espiritual. Quando você se conecta com sua luz interior, você se conhece, entra em contato com o espiritual_ isso é INDEPENDENTE de religiões e rituais_ passa a meditar e entender o significado das coisas, a dança passa a ter outro significado. Após o nascimento da minha filha, tive problemas de saúde e fui obrigada a parar de “brincar” de yoga e adotar a prática consciente. Houve uma transformação completa na minha maneira de enxergar minha dança, minha carreira, e me vejo transformada na forma como lido com as pessoas. Bom, creio que o ponto principal seja esse: o contato com o espiritual antes do material. E repito, espiritualidade nada tem a ver com instituições. Falo do contato consigo mesma. A consciência do que somos ou somente estar no caminho para essa consciência.
Foto: Rachel BriceO segundo detalhe importante é a presença. Quando praticamos os ássanas, passamos a SER o ássana, e não somente imitá- lo. Corpo, Mente e Espírito estão conectados. Isso proporciona equilíbrio, não somente no corpo, mas na forma como nos colocamos perante as situações da vida, e passamos a ser mais presentes e conscientes em todas as nossas atividades. Eu acredito que isso ajude na presença em cena na dança. Você sabe exatamente o que está fazendo, o porque e passa a SER a personagem. Pelo menos enquanto está no palco.
No plano físico, o yoga trabalha pernas, quadris, abdômen, peito, ombros, força nos braços, alinhamento e eixo. Trabalhamos força e alongamento simultaneamente. Estamos trabalhando todas as partes do corpo necessárias à prática da dança do ventre. O peito fica mais aberto, auxiliando na postura. Os braços ficam sustentados com menos esforço. Adquirimos força para realizar agachamentos e trabalhos de chão. Com abdômen fortalecido e região intercostal alongada, fazemos os movimentos com força e leveza, sem prejudicar a coluna. A dança também proporciona alongamento, força, equilíbrio e leveza, mas Yoga e Dança se completam, se complementam, e ter as duas práticas pode trazer um resultado rápido e eficiente. Precisa comentar mais?
Voltando a falar do plano espiritual e consciência... É com pesar que vejo tantos comentários pelas comunidades e bastidores afora, dentro do círculo da dança, sobre o quanto "tanta gente é fútil, vazia. Como existem bailarinas puxando o tapete umas das outras... Só pensam em dinheiro... Fazem qualquer picaretice por dinheiro, não possuem personalidade". Não, a intenção não é generalizar... e nem restringir esses "defeitos" às bailarinas somente. No fim das contas, o mundo é assim, e não somente o mundo da dança. Nosso sistema capitalista nos desconecta do espiritual, e a religiosidade está mais para fanatismo, e mais ligada a imposições tidas como corretas pela mídia e pela sociedade do que com uma verdadeira ligação com um Poder Maior. Onde entra a prática da yoga+dança neste ponto? A prática como caminho espiritual pode nos levar a um estado de consciência onde podemos encontrar o ponto onde o dinheiro é necessidade, e o ponto onde passa a ser supérfluo e começa a ganância. Não posso falar o que se passa no coração das outras pessoas, mas posso falar o que sinto no meu. Quando comecei a dançar profissionalmente, muita coisa se perdeu no que era minha dança em essência. Passei a lidar com contratantes exigentes, e essas exigências iam além do que eu era naturalmente. Passei a conhecer outras bailarinas, e muitas delas não pensariam duas vezes antes de me dar um bote, e isso foi assustador no início. Para mim, para minha vida pessoal, passei a entender que cada um tem seu papel dentro desse grande mundo da dança:
Não preciso ser organizadora de evento, professora, bailarina, bordadeira, cinegrafista, escritora, pesquisadora e especialista em tudo para me colocar neste mercado, entendendo que meu negócio é ensinar. Existem pessoas com diversos talentos em especial. O que gosto MESMO de fazer é ensinar. Preciso de condicionamento físico, de uma voz bem colocada, e de alto conhecimento técnico. Para que, então, me martirizar por não ter um corpo perfeito em sua forma, ou por não ficar bem com o corte de cabelo da moda? Entender isso foi essencial para minha colocação como profissional, e seria de grande valia se mais pessoas enxergassem isso. Fui entender somente depois da prática consciente de meditação que não preciso estar sempre de ouvidos ligados a tudo o que dizem, e nem acreditar em tudo o que leio...
Não estou aqui falando em milagres, até porque não acredito neles. Estou falando em esforço para se transformar, e no uso de uma filosofia milenar para complementar o que faz tanta falta no meio da dança. E da minha dança antes e depois da yoga. Fico feliz em hoje conhecer o Tribal Fusion, estilo que veio de encontro com o que acredito: personalidade no estilo, liberdade para criação e consciência corporal profunda! E que, hoje, consigo dizer com humildade: sou apenas mais uma praticante e amante desta Arte!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Gothic Metal NÃO É GÓTICO!!!!!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Verdades e Mitos Sobre Gothic Bellydance
*** TEXTO ORIGINAL= DE AUTORIA PRÓPRIA***
*** SEJA EDUCADO E NÃO DESRESPEITE A LEI:
PLÁGIO É CRIME E DAR CRÉDITOS AO USAR É BEM EDUCADO***
Quando comecei a praticar e divulgar Gothic Bellydance, não havia quase nenhuma informação a respeito. O que é natural, já que este estilo surgiu de forma espontânea, não é uma técnica específica e pré- determinada como já repeti diversas vezes. Este Blog acabou se voltando para o estilo justamente pelas perguntas que eu recebia diariamente de pessoas interessadas_ inicialmente eu pensava
De 2004 para cá, o Gothic Bellydance cresceu rapidamente, agregou novas praticantes, ganhou em técnica e diversidade e tornou- se algo praticamente comercial. Em 2009, está em seu auge no Brasil, afinal a Ariellah esteve aqui e ninguém queria ficar de fora da “modinha” ou da “tendência”. Com um crescimento tão rápido, surgem informações equivocadas, coisas inventadas e disseminação de mitos. É por isso que estou fazendo esta coletânea de pérolas. Este não será um tópico fechado e pronto, estarei sempre atualizando, portanto se você leu ou ouviu uma pérola me mande! ( só não quero citar os autores da “pérola” e nem identificá- los, por favor. A intenção é INFORMAR e não expor as pessoas.)
Vamos lá!!!!!
“ Tribal e Gothic Bellydance é a mesma coisa”
A VERDADE POR TRÁS DO MITO: não. Não é a mesma coisa. Mas incrivelmente essa é uma dúvida e/ ou afirmação super comum. Por incrível que pareça, pois são coisas distintas. Dê uma lida no tópico Tribal X Gótico, onde inclusive lanço mão de um artigo super completo de Shaide Halim sobre os vários estilos dentro do Tribal.
“ As americanas inventaram o Gothic Bellydance”
A VERDADE POR TRÁS DO MITO: O Gothic Bellydance surgiu de maneira espontânea entre performers que dançavam em casas noturnas e raves góticas em diversas partes do mundo. Antes de saber da existência do GBD de maneira mais comercial nos EUA, já havia praticantes no Brasil, e ouvi relatos do mesmo fenômeno acontecendo na Europa. O que as americanas criaram foi o ATS, estilo tribal do FCBD ( Carolena Nericcio, lembram?), que foi o precursor do Tribal Fusion, que foi por sua vez amplamente agregado ao GBD. E fizeram DVD. É isso.
“As bailarinas de Gothic Fusion dançam fazendo mudras”
A VERDADE POR TRÁS DO MITO: O trabalho de braços é muito explorado e complexo do GBD, mas imitar os mudras indianos não é regra e não faz parte da subcultura gótica. Pode- se ( e deve- se) fazer os mudras se a música tiver inspiração indiana. Isso não é específico do Gothic Bellydance, mas sim uma influência do Tribal Fusion, e eles devem ser feitos SOMENTE se a música for claramente inspirada em música indiana.
“O Gothic Bellydance é dançado no Halloween”
A VERDADE POR TRÁS DO MITO: Subcultura Gótica, apesar de hoje existir em praticamente todos os continentes, vem da Europa. Halloween é uma comemoração Norte- Americana. Não são vinculados. A verdade é que, enxergando por fora, de maneira superficial, pode- se pensar que tem a ver... bruxas, vampiros, fantasmas... Enfim... A “estética gótica” vai muito além de se vestir como esses “personagens”. Mas, sim, no fim das contas pode- se usar a Gothic Bellydance em uma apresentação em comemoração ao Halloween, a estética é bem apropriada. Só não podemos vincular as duas coisas de maneira simplista.
Para começar são essas. Conforme for encontrando mais, vou colocando. E, como já falei, todas podem colaborar, desde que não se identifique nem ridicularize ninguém. E finalizo dizendo: DANÇA DO VENTRE, SEJA GÓTICA OU PURPURINADA, NÃO DÁ BARRIGA!!!
*** TEXTO ORIGINAL= DE AUTORIA PRÓPRIA***
*** SEJA EDUCADO E NÃO DESRESPEITE A LEI:
PLÁGIO É CRIME E DAR CRÉDITOS AO USAR É BEM EDUCADO***
